Toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final que é a aplicação, garantindo assim sua segurança. Além disso, elas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

É importante destacar que o acompanhamento de eventos adversos continua acontecendo depois que a vacina é licenciada, o que permite a continuidade de monitoramento da segurança do produto. Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias.

Ao contrário do que muita gente pensa, uma boa higiene, saneamento a água potável não são suficientes para deter doenças infecciosas, por isso a vacinação continua sendo necessária. Se as altas taxas de imunização não forem mantidas – o que se chama de imunidade coletiva -, as doenças preveníveis por vacinas voltarão.

Ainda que melhoras na higiene, saneamento e salubridade da água nos ajudem a nos proteger de doenças infecciosas, muitas delas podem se propagar independentemente de quão asseado você seja, originando doenças respiratórias, diarreias e até a morte. Sem vacinação, doenças que hoje são raras, como a poliomielite, podem reaparecer rapidamente – é o caso da recente epidemia do sarampo.

 

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Jornalista: Carolina Landi, com informações da página do Ministério da Saúde