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Atualmente, Bio-Manguinhos dispõe de uma infraestrutura que totaliza 64,8 mil m2 de área construída, no campus sede da Fiocruz, em Manguinhos, Rio de Janeiro. A unidade ocupa áreas nos pavilhões Rocha Lima, Rockefeller, Henrique Aragão e no Complexo Tecnológico de Vacinas (CTV), onde está concentrada a maior parte da sua atividade industrial.

Centro Henrique Penna abriga a maior planta piloto da América Latina, preenchendo uma lacuna na cadeia de inovação do país. A planta de protótipos destina-se ao aumento de escala de produtos desenvolvidos em bancada e à fabricação de lotes para estudos clínicos. O empreendimento permite incorporar tecnologias inéditas, ampliando a capacitação tecnológica e a produção de insumos estratégicos no Brasil. Possui uma área de 15.316 m2.

A área de produção de Ingrediente Farmacêutico Ativo de Biofármacos (IFA) tem capacidade instalada para produzir em torno de 17,5 milhões de frascos na apresentação de 2000UI de Alfaepoetina Humana Recombinante e cerca de 6 milhões de frascos na apresentação de 3MUI de Interferon alfa 2b Humano Recombinante. Esta Planta permitirá a nacionalização desses dois produtos que já são fornecidos atualmente para o Ministério da Saúde por Bio-Manguinhosassim como viabilizará a produção de outros como a betainterferona e a somatropina que são frutos de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo.

A área de produção de Reativos para Diagnóstico permitirá ampliar a oferta destes produtos fornecidos aos programas do MS. A capacidade instalada para produção será de 20 milhões de reações por ano. Atualmente, essa capacidade é de 8 milhões.

O prédio principal, com mais de 16 mil m2 de área construída, é composto de seis andares, sendo que dois são destinados à área de produção (reativos para diagnóstico biofármacos), um destinado à Planta Piloto e três pavimentos destinados a instalações de utilidades.

A operação da planta de reativos, a primeira a ser validada, teve início no primeiro semestre de 2017.

Estão sendo feitas melhorias no Centro de Processamento Final (CPFI). A obra compreende a construção de quatro novas áreas de formulação: uma para vacinas de subunidades, outra para biofármacos e duas para vacinas virais. O espaço também terá novas áreas de lavagem e montagem de materiais.

Para crescer de forma sustentável e otimizar os espaços existentes, algumas áreas deram lugar a novos empreendimentos. Foi o que aconteceu com o antigo almoxarifado central da Fiocruz, que foi demolido. No local, foi construído o Novo Almoxarifado e Prédio Administartivo (NAPA), um moderno prédio de seis andares que reunirá a Diretoria, áreas de gestão, além das assessorias e o novo almoxarifado de Bio-Manguinhos. Este espaço disporá de ambientes de armazenagem com temperaturas e umidade adequadas às exigências dos órgãos reguladores e modernos recursos para movimentação de materiais. A previsão de inauguração é no primeiro semestre de 2021.

 

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