dcvmnO Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) participará da 15º Reunião da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN), em Nova Deli, na Índia, no período de 24 a 27 de outubro. 

Estarão presentes Artur Roberto Couto, diretor de Bio, Maria da Luz Fernandes Leal, vice-diretora de Qualidade, e Akira Homma, presidente do Conselho Político e Estratégico do Instituto, que já esteve à frente da DCVMN por quatro anos (2008-2012) e, atualmente, é tesoureiro do grupo.

Este ano, está sendo realizada a celebração “Livre da pólio” na Índia e Região Sudeste Asiático (incluindo 10 países, além de Índia), um grande marco para a erradicação global da poliomielite.

"As vacinas, responsabilidade de todos" é o tema do encontro deste ano. O evento espera inspirar avanços contínuos, compartilhando novos conhecimentos e tecnologias, e os benefícios derivados dos esforços conjuntos. O programa propõe sessões plenárias com oradores de todo o mundo, representando diferentes pontos de vista do governo, indústria, sociedade civil e academia. O objetivo é que os facilitadores das discussões fomentem o espírito de cooperação internacional.

 

DCVMN-india

Akira Homma e Artur Roberto Couto participarão da reunião na Índia.

Imagem: Bernardo Portella / Ascom - Bio-Manguinhos

  

Parceria de 14 anos

Conectando o mundo por uma causa. Com esse lema, a Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN), vem, desde sua criação, em 2000, lutando para que mais pessoas ao redor do globo tenham mais acesso a vacinas de qualidade e preços acessíveis. 

Assim, o que há 14 anos parecia um sonho distante, idealizado em uma reunião de apenas seis laboratórios, em Bandung, na Indonésia, tornou-se realidade. Hoje, a rede reúne mais de 39 fabricantes de 40 tipos de vacinas distribuídos por 15 países e é responsável pela produção de 70% das vacinas distribuídas pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef).

“Bio-Manguinhos é parceiro do DCVMN desde sua criação por considerar esta iniciativa importante para compreender melhor os desafios, dilemas e as tecnologias que os países em desenvolvimento produtores de vacinas, utilizando estratégias em comum de incorporação de novas tecnologias de produção de imunizantes”, declara Akira Homma.

O reconhecimento internacional do trabalho vem paralelamente com a obtenção do certificado de pré-qualificação da OMS para seus produtos resultando na possibilidade de participação nas licitações internacionais das Agências das Nações Unidas (ONU), o intercâmbio e estreitamento de laços entre diversos laboratórios públicos e privados do mundo.

 

Jornalistas: Gabriella Ponte e Isabela Pimentel

 

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