No discurso da abertura, o presidente da Fundação, Paulo Gadelha, ressaltou que a biotecnologia desempenha papel central no futuro do país e está entre as prioridades da instituição. Ele afirmou que a Fiocruz tem atuado na convergência entre biotecnologia e nanotecnologia e citou o exemplo do campus Ceará, que juntamente com o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) vai trabalhar na elaboração de plantas geneticamente modificadas para a criação de biorreatores com vistas à produção de vacinas. “Podemos ainda trabalhar na configuração da capacidade nacional no campo de biofármacos, por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre a inciativa privada e as instituições públicas”, propôs.
Paulo Gadelha (ao centro), discursa na abertura do encontro. Imagem: Peter Ilicciev
As áreas de fronteira do conhecimento científico em biotecnologia e os impactos no avanço de produtos de origem biotecnológica foram temas do segundo painel. Os palestrantes discorreram sobre as possibilidades para aumentar o desempenho do Brasil na busca por novos ensaios genéticos, os desafios para alcançar novas tecnologias e as doenças de relevância nos países que compõem o Focalal.
O último painel destacou os aspectos regulatórios, as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e a infraestrutura da indústria de biotecnologia em saúde. Akira Homma, presidente do Conselho Político e Estratégico de Bio- Manguinhos e atual vice-presidente de Biotecnologia da Abifina, comentou o mercado brasileiro, os aspectos regulatórios da cadeia de imunobiológicos e a lacuna existente nas pesquisas translacionais.
Fontes: Portal Fiocruz e site da Abifina

