fealac-logoA Fiocruz foi palco do seminário "Biotecnologia aplicada à saúde: situação atual e perspectivas de ação conjunta entre os países do Foro de Cooperação América Latina - Ásia do Leste (Focalal)". Realizado entre os dias 8 e 9 de abril, o evento tratou, em seu primeiro painel, das políticas e estratégias de fomento de P,D&I nos setores de biotecnologia e saúde, considerando o papel do BNDES, suas ações futuras para a área de biotecnologia e as contribuições das Parcerias Público-Privadas para que o Brasil recupere sua capacidade inovativa.

No discurso da abertura, o presidente da Fundação, Paulo Gadelha, ressaltou que a biotecnologia desempenha papel central no futuro do país e está entre as prioridades da instituição. Ele afirmou que a Fiocruz tem atuado na convergência entre biotecnologia e nanotecnologia e citou o exemplo do campus Ceará, que juntamente com o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) vai trabalhar na elaboração de plantas geneticamente modificadas para a criação de biorreatores com vistas à produção de vacinas. “Podemos ainda trabalhar na configuração da capacidade nacional no campo de biofármacos, por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre a inciativa privada e as instituições públicas”, propôs.

 

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Paulo Gadelha (ao centro), discursa na abertura do encontro. Imagem: Peter Ilicciev

 

As áreas de fronteira do conhecimento científico em biotecnologia e os impactos no avanço de produtos de origem biotecnológica foram temas do segundo painel. Os palestrantes discorreram sobre as possibilidades para aumentar o desempenho do Brasil na busca por novos ensaios genéticos, os desafios para alcançar novas tecnologias e as doenças de relevância nos países que compõem o Focalal.

O último painel destacou os aspectos regulatórios, as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e a infraestrutura da indústria de biotecnologia em saúde. Akira Homma, presidente do Conselho Político e Estratégico de Bio- Manguinhos e atual vice-presidente de Biotecnologia da Abifina, comentou o mercado brasileiro, os aspectos regulatórios da cadeia de imunobiológicos e a lacuna existente nas pesquisas translacionais.

 

Fontes: Portal Fiocruz e site da Abifina

 

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