O encontro teve elevada adesão de profissionais brasileiros e estrangeiros, que fizeram contatos e estabeleceram intercâmbios técnicos sobre o tratamento e diagnóstico da doença e durante os cinco dias de evento visitaram o estande institucional da Fiocruz e Bio-Manguinhos. No Simpósio, estiveram presentes cerca de 100 profissionais dos principais órgãos de pesquisa do país. Em sua apresentação, Daniela Pita (Instituto Oswaldo Cruz) destacou a importância da utilização de ensaios moleculares para a detecção de Leishmania sp., em diferentes regiões do Brasil, com foco em flebotomíneos. Em seguida, Andreza Marcelino, da Fundação Ezequiel Dias (Funed/MG) relatou a experiência da Fundação com Diagnóstico Molecular das Leishmanioses Canina e Humana. Patricia Vera, do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz (CPqGM/Fiocruz-BA) destacou os projetos realizados no Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz na área de Diagnóstico molecular das Leishmanioses Canina e Humana.

Rumo ao kit padronizado

Em um segundo momento do debate, as colocações de Patricia Alvarez, especialista em diagnóstico molecular de Bio-Manguinhos e de Yara Gomes de Miranda, Vice-Diretora do CPqGM/PE indicaram o caminho para uma iniciativa de compor uma rede de cooperações, visando a obtenção de um consenso sobre alvos moleculares, tipos de amostras e plataforma de testes a serem usadas. Ao fim das apresentações, 38 pesquisadores e profissionais de diferentes regiões do país manifestaram interesse na adesão formal para iniciar a rede de cooperação e apoio a Bio-Manguinhos para desenvolver um kit diagnóstico molecular para leishmaniose humana e canina mais sensível, específico e que poderá ser ofertado ao Ministério da Saúde.  

 

Jornalista: Isabela Pimentel

altalt Voltar à pagina inicial

Outras notíciasalt