Gerir com competência, empenho e transparência o cargo para o qual foram eleitos democraticamente. Assim, a representante do Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (Asfoc), Justa Helena Braga, definiu a missão assumida pelos 16 diretores de unidade eleitos, na abertura da cerimônia de posse conjunta, realizada no dia 23 de maio. Com muita expectativa, cerca de 600 colaboradores da Fiocruz lotaram a Tenda da Ciência para prestigiar o evento. “Passado o momento de debate, é hora de pensar no futuro, com um novo olhar”, defendeu Justa, se referindo ao intenso processo de mudanças e crescimento institucional que a Fiocruz atravessa.

O diretor do Instituto Fernandes Figueira, Carlos Maciel, reforçou o compromisso que os eleitos tem com os trabalhadores da Fundação. “Que cada projeto anunciado reflita a confiança dos votos depositados nas urnas e possa se concretizar”, afirmou, defendendo uma gestão compromissada e que preze pela atenção integral à saúde pública nacional. Citando o escritor Fernando Sabino, que considerava a democracia a oportunidade da dar a todos o mesmo ponto de partida e oportunidade de crescimento, ele saudou os gestores que deixavam o cargo, parabenizando os que foram reconduzidos , como o diretor de Bio-Manguinhos, Artur Roberto Couto.

 

Vitória da democracia

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, destacou a importância da condução democrática do processo eleitoral, fazendo menção ao 113º aniversário da Fundação. “Hoje é dia de celebrar o papel central que a Fiocruz tem para a história do país, no apoio às políticas de saúde e compromisso com a população brasileira”, comemorou. Ele referenciou presidentes de gestões anteriores da Fundação que estavam presentes no evento, como o  Conselho Político e Estratégico de Bio-Manguinhos, Akira Homma, que esteve à frente da instituição entre 1989 e 1990. “Estes colegas, que aqui hoje estão, são parte da memória da instituição e nos ajudaram a chegar onde estamos”, disse.

Lembrando a força do passado recente da redemocratização do país, Gadelha citou a realização do primeiro Congresso Interno, na década de 80, durante a gestão de Sérgio Arouca. “Por conta desta tradição, pautada na gestão participativa, recebemos de braços abertos os novos gestores, depositando neles o grau de responsabilidade e comprometimento que compete aos que lideram esta instituição, que tem papel tão central para o país”, concluiu.

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Jornalista: Isabela Pimentel

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