Para marcar o começo de um ano que será repleto de transformações, Bio-Manguinhos promoveu, no dia 21 de fevereiro, o seminário A mudança como ponto de partida, que contou com a presença de mais de 200 funcionários e teve a diretora-geral e consultora da Dextera, Simone Costa, como palestrante. O objetivo foi dar continuidade ao debate de temas fundamentais para a implantação da empresa pública, além de outros projetos, como a expansão da infraestrutura, com a inauguração do CIPBR, Novo Almoxarifado e Prédio Administrativo em Manguinhos/RJ, e os novos campi de Santa Cruz/RJ e Eusébio/CE. Ao longo do ano, acontecerão outros encontros temáticos.

Simone explica que a gestão da mudança faz parte da realidade de mais de 40 empresas no país, o que é fundamental no cenário econômico brasileiro, marcado por intensas fusões e aquisições. Somente em 2012, foram 816. “Neste contexto de mercado, é preciso ver a mudança como algo cotidiano, encarar as oportunidades e abraçar os novos desafios.”, ressalta. Para ela, é preciso que a organização se adapte à mudança para que, de fato, ela aconteça.

Como as dimensões do processo de mudança envolvem estratégias, processos, pessoas e tecnologia, foi preciso desenhar um projeto de acordo com a cultura, valores, regras e crenças da empresa. Para a consultora, o engajamento das lideranças é necessário para a defesa e compartilhamento da novidade.

 

Gestão participativa

Para o diretor de Bio-Manguinhos, Artur Couto, os seminários que ocorrerão ao longo do ano são de grande importância para preparar o público interno para o período de transformações. “Ao compartilhar nossas dúvidas sobre o processo, podemos garantir que tudo ocorrerá de forma transparente”, afirma. Segundo ele, todos devem se apropriar e querer fazer a mudança. "Temos que disseminar estas informações para o restante da unidade para trabalharmos com clareza e mais debate". A gerente do Projeto da Empresa Pública, Priscila Ferraz, explica que a unidade contará com o apoio de diversas consultorias especializadas, em áreas como recursos humanos, logística e finanças. “Nosso maior objetivo é garantir que todos participem de cada etapa”, acrescenta.

O presidente do Conselho Político e Estratégico, Akira Homma, destaca que esta nova etapa na história do Instituto constitui um marco para o país, por se tratar de algo inédito. Ele considera que no modelo de autarquia, não seria possível encarar os desafios atuais. A coragem foi apresentada como ponto central no processo de mudança pelo consultor científico da unidade, Reinaldo Menezes. “Mudar é um ato de coragem, que envolve riscos, mas os processos de mudanças são necessários para o crescimento”, conclui.


Jornalista: Isabela Pimentel

 

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