A abertura do evento foi realizada pelo coordenador-geral de sangue e hemoderivados do MS, Guilherme Genovez, e pelo diretor da unidade, Artur Couto. "Este é um momento de crítica e de honestidade para a hemorrede e para Bio-Manguinhos. Isto faz com que a qualidade do serviço e do NAT melhorem dia a dia. de maneira significativa", avaliou Genovez. Ele destacou também o profissinalismo na realização da oficina e a importância dessa iniciativa para a rede pública de saúde.

As palestras ministradas nos dois dias abordaram a implantação do kit Nat em novos hemocentros, os resultados da I Oficina Técnica, promovida em 2011, a coinfecção do HIV e HCV, o histórico da aids no Brasil desde a década de 1980, e os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos da hepatite C. Também foram discutidos a logística de acessórios do NAT, biossegurança, legislação, controle de resíduos e espaço de gestão da informação, e mais, houve sugestões de possíveis melhorias para NAT.

Além da troca experiências, o encontro permitiu a atualização dos profissionais da hemorrede que trabalham com o kit NAT. Para a gerente do Derem, Denise Crivelli, o objetivo da oficina foi cumprido. "Bio-Manguinhos apresentou soluções para as questões levantadas no ano passado e identificamos novos pontos para a melhoria contínua do produto, do serviço e, consequentemente, da hemorrede. Essa construção conjunta é importante para estreitarmos a relação com os hemocentros e consolidarmos o uso do NAT nas rotinas", observou.

Durante os dois dias foram produzidos documentos pela relatória de Bio. "Este material, que contém o registro de todas as demandas e solicitações de melhoria sugeridas, será utilizado como referência para definir a pauta de trabalho voltada para o NAT em Bio e no MS”, informou Lilian Inocêncio, que também faz parte do Derem e fez a mediação dos debates na oficina.

Jornalista: Elisandra Galvão

 

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