“Achamos que o assunto não está bem amadurecido. É fundamental irmos para a plenária conscientes da nossa decisão. Muitas vezes não há essa clareza, mesmo com os debates e reuniões pré-congresso que organizamos. Um ponto fundamental para a instituição não pode ser tratado em três dias de congresso, é preciso debater”, explicou Artur, na abertura.

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Para enriquecer o diálogo e contribuir para a formação da opinião dos 77 presentes, foi convidado, a pedido do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Fiocruz (Asfoc-SN), o diretor suplente Geandro Pinheiro. “Ninguém está satisfeito com o sistema em que o Estado brasileiro se encontra. Em algo nós concordamos, a despeito das nossas diferenças: o Estado brasileiro precisa mudar. Divergimos na forma de conduzir essa mudança”, afirmou. Para ele, a mudança deve ser estrutural, abrangendo também outras instituições do governo federal, o que implica numa reforma política.

Essa proposta demanda mais tempo, por envolver questões legais que precisam ser deliberadas no Congresso Nacional, como, por exemplo, a regulamentação do artigo 37, da Constituição Federal de 1988. O que não acontece desde então. Para Artur é preciso apresentar novas alternativas, pela urgência da situação. “Precisamos encontrar mecanismos que deem velocidade aos nossos processos. As demandas são crescentes e precisamos atendê-las no prazo, o que tem sido bastante difícil com o modelo jurídico atual”.

Nos dias 5, 9 e 12 de março foi a vez de colaboradores do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, da Escola Nacional de Saúde Pública e da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio assistirem a apresentação do diretor de Bio, respectivamente.

 

Jornalista: Rodrigo Pereira

 

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