O treinamento foi dado a pedido da Coordenação-Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB/Ministério da Saúde). O novo exame vai substituir o tradicional (teste de imunofluorescência) gradativamente. Com alta sensibilidade, o teste rápido requer confirmação apenas dos resultados positivos pelo método tradicional, para não haver o risco de sacrificar animais sadios. Isso reduz a necessidade de envio de todas as amostras a laboratórios, o que elimina grande parte do trabalho, gerando tempo e economia aos municípios.

Em humanos, a leishmaniose tem tratamento, podendo evoluir para a cura, mas com risco de óbito. A doença é transmitida ao homem através da picada de mosquito. Só no estado de São Paulo 100 municípios estão infectados com a doença. O coordenador da Divisão de Zoonoses de Marília (SP), Lupércio Garrido Neto, participou do treinamento e comemorou o avanço. “Estávamos aguardando com ansiedade esse teste rápido que vai dar mais precisão aos exames do que o anterior”.

 

 

Jornalista: Rodrigo Pereira

 

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