A oficina reuniu cerca de 40 profissionais, entre eles representantes dos hemocentros brasileiros – dos quais pelo menos metade já utiliza o NAT –, técnicos da Anvisa, Hemobrás e especialistas de Bio na área de biologia molecular. “O NAT representa um importante passo para o Instituto em termos de desenvolvimento tecnológico e um grande avanço para o país no que diz respeito à segurança transfusional”, destacou o diretor do Instituto, Artur Couto.

Para o coordenador geral da Coordenação Nacional de Sangue e Hemoderivados do MS, Guilherme Genovez, a realização da oficina indica uma profissionalização de Bio-Manguinhos enquanto produtor e fornecedor de insumos para a saúde. “O Instituto deixa de ser apenas um laboratório estatal e torna-se um laboratório preparado para atender o mercado também, se aproximando dos hemocentros para adequar o produto às necessidades deles a partir do conhecimento de sua utilização e satisfação com o mesmo”.

 

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Oficina reuniu representantes de hemocentros brasileiros, técnicos da Anvisa e especialistas de Bio

 

Produzido por Bio e distribuído para a hemorrede pública brasileira pelo MS, o Kit NAT utiliza uma plataforma automatizada com grande capacidade de processamento que permite analisar, ao mesmo tempo, até 552 bolsas de sangue por rotina, com alta rastreabilidade e sensibilidade para detecção do HIV (vírus da aids) e HCV (vírus da hepatite C).

O gerente de Sangue e Componentes da Anvisa, João Paulo Baccara, participou da oficina e destacou a importância do produto para a hemorrede brasileira. “O NAT é um sonho de todo brasileiro, que se concretizou quando o MS acreditou que eramos capazes de desenvolver e produzir um teste nacional sem necessidade de utilizar tecnologia importada. Hoje é uma realidade graças a Bio-Manguinhos, que coloca o Brasil na vanguarda da produção de reativos”.

Jornalista: Sany Dallarosa

 

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