O trabalho “Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil: Estudo de Base Populacional”, financiado pelo Ministério da Saúde e o maior já feito sobre a circulação do Sars-Cov-2 no país, foi concluído.

Com dados de 133 cidades brasileiras, espalhadas pelo território do Brasil, o estudo mostra áreas em diferentes etapas de circulação do vírus responsável pela COVID-19. A média de infecção entre a população aferida na terceira e última etapa da pesquisa, entre 21 e 24 de junho, ficou em 3,8% - embora a taxa tenha variado de zero a 20% nos municípios participantes do levantamento. De acordo com o Ministério da Saúde, a discrepância entre as taxas de infecção comprova “a necessidade de darmos respostas diferenciadas para cada município no país”.

Coordenado pelo Centro de Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o trabalho contou com 150 mil testes rápidos que detectam a presença de anticorpos IgM (de infecção mais recente) e IgG (de infecção mais antiga) para o coronavírus disponibilizados pelo Governo Federal.

A pesquisa tem a amostra de 89.397 pessoas diagnosticadas em todas as regiões do Brasil e a coleta de dados foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) nos domicílios entre 14 a 21 de maio (primeira fase), 4 e 7 de junho (segunda fase) e a terceira fase citada anteriormente.

 

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Jornalista: Paulo Schueler. Imagem: Garry Killian, Freepik