WHOA infecção pelo vírus zika, resistência antimicrobiana, acesso a vacinas e medicamentos, avanços na realização da Agenda 2030, saúde dos refugiados e migrantes, saúde de populações indígenas, apoio internacional ao combate à febre amarela, entre outros temas de alta relevância para a saúde global, estiveram em pauta neste mês em Genebra.

Realizada entre os dias 22 e 31 de maio, a 70ª Assembleia Mundial da Saúde, que elegeu pela primeira vez um africano para diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), contou com participação ativa da Fiocruz em diversos fóruns e reuniões, discutindo e promovendo seu entendimento e sua atuação na saúde pública internacional.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, o coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), Paulo Buss, e o assessor internacional do Cris, Luiz Augusto Galvão, integraram a comitiva brasileira em Genebra, ao lado do ministro da Saúde, Ricardo Barros, e de outros membros do governo brasileiro.

O grupo participou de fóruns bilaterais, multilaterais e encontros com instituições parceiras. Já no primeiro dia de reuniões (22/5), em um encontro da comitiva brasileira com ministros de Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), temas caros à Fundação, nos quais sua atuação impacta a vida de milhões de pessoas do outro lado do Atlântico, receberam atenção e análises aprofundadas.

 

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Encontro reuniu autoridades mundiais de saúde

 

 

Esforços para o desenvolvimento de recursos humanos, o acesso a medicamentos e a outros recursos essenciais a serviços de saúde, a implantação de bancos de leite humano e a volta da rede ePortuguêse como elemento fundamental para o acesso à informação e o intercâmbio científico dessa comunidade de base linguística comum, todas iniciativas com envolvimento direto da Fiocruz, foram tema de diálogo, com interesse manifesto para que os projetos avancem.


(Com informações da Agência Fiocruz de Notícias)

Imagem: Divulgação