O projeto coordenado pelo Museu da Vida, vinculado àCasa de Oswaldo Cruz (COC) /Fiocruz inicia sua décima temporada de 15 a 18 de março (terça à sexta-feira), no campus II do Colégio Pedro II, em São Cristóvão. A iniciativa faz parte das comemorações dos 10 anos do Ciência Móvel, cujas atividades instigam o público a conhecer, brincar e a se divertir com vários experimentos interativos, que o ajudam a descobrir fenômenos da ciência presentes em seu dia-a-dia. 

O projeto viaja pelo sudeste do país levando às cidades que não possuem museus de ciência suas atrações interativas. Em uma década de atividades, foram feitas 136 viagens a 85 municípios diferentes da região, num total de 62 mil km rodados.

A exposição será no campus São Cristóvão II, atendendo aos estudantes das Unidades São Cristóvão I, São Cristóvão II e São Cristóvão III, além de outras escolas próximas ao campus.

Fruto da parceria com a Fundação Cecierj e Bio-Manguinhos, o Ciência Móvel atualmente conta com patrocínio da Sanofi e da IBM e apoio do CNPq / Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI).

 

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As atividades instigam o público a conhecer, brincar e a se divertir
com vários experimentos interativos. Imagem: Museu da Vida

 

Na exposição, o visitante pode se sentir umastronauta em treinamento ao brincar nos eixos do girotec, um giroscópio humano que o leva à incrível sensação de falta de referência da força da gravidade, enquanto seu corpo gira em várias direções. Inauguramos também novos equipamentos nesta ação, como a cadeira girante para sentir o efeito “bailarina” controlando com o corpo a velocidade de rotação de seu corpo; as roldanas descobrindo os segredos de erguer cargas fazendo menos força. E também a pilha humana, descobrindo que carga elétrica passa pelo seu corpo e o painel solar, onde observamos a transformação de energia luminosa em energia elétrica.

Outras atrações imperdíveis são a bancada de microscopia, os modelos anatômicos, os tubos sonoros e os modelos de olho, além das câmeras escuras e a exibição de vídeos.

Os modelos desmontáveis do ouvido e do olho humano permitem entender como o som e a luz viajam pelo interior dos órgãos; câmaras escuras revelam segredos da visão e tubos musicais mostram como se produzem diferentes sonoridades. No espaço dedicado à microscopia, é possível observar células humanas, vegetais e os detalhes de insetos, como o mosquito Aedes. A coordenação local do projeto é do físico e educador do Museu da Vida Paulo Henrique Colonese.

 

Fonte: Jornal do Brasil