O rosto inchado é uma das principais características da caxumba. Isso ocorre devido ao aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos. A caxumba geralmente não evolui para um quadro mais grave e o tratamento envolve apenas repouso, uso de medicamentos para aliviar a febre e dor local. Mas, após a puberdade, pode causar inflamação e inchaço doloroso dos testículos (orquite) nos homens ou dos ovários (ooforite) nas mulheres e levar à esterilidade. Durante o primeiro trimestre da gestação também pode ocasionar aborto espontâneo. 

Para prevenir o contágio, é fundamental a vacinação. O Programa Nacional de Imunização administra a imunização em duas doses. A primeira com a vacina tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba) aos 12 meses de idade e, aos 15 meses, com a tetraviral, que também imuniza contra varicela. A vacina também está disponível para pessoas de até 49 anos, que não tem a situação vacinal completa.

Conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), são necessárias duas doses para garantir a proteção. Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, não existe recomendação para uma terceira dose. “Não é necessário tomar outra dose. Somente nas campanhas para o controle de sarampo, que ocorrem a cada 4 ou 5 anos, é que se recomenda a vacinação indiscriminada de crianças até os 4 anos. Se depois dessa idade a criança já tomou as duas doses, não é necessário tomar mais uma vez”, explica. 

O Ministério da Saúde informa que a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, é altamente eficaz. 

 

Fonte: Blog da Saúde

 

 

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