Bio-Manguinhos desenvolveu e avaliou, em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), teste de diagnóstico molecular para o coronavírus. Como ação complementar às ações de vigilância, foi desenvolvido também teste de diagnóstico molecular para Influenza A e B.
Desde 4 de março de 2020, quando o agente infeccioso começava a ser identificado no Brasil, a distribuição dos testes foi iniciada e seguiu a grade enviada pela Coordenação Geral de Laboratórios (CGLAB). Os testes foram distribuídos diretamente por Bio-Manguinhos para os locais indicados pelo Ministério da Saúde, de modo a acelerar a entregas.
Ainda em março daquele ano, a Fiocruz concluiu a capacitação dos 27 Laboratório Centrais de Saúde Pública (LACENs) do país e todos os estados ficaram aptos a realizarem a testagem para o novo coronavírus (SARS-COV-2) e Bio-Manguinhos passou a escalonar sua produção para aumentar a capacidade de entrega do kit molecular.
Ao mesmo tempo em que acelerava a produção dos testes moleculares, Bio-Manguinhos iniciava a aquisição de nova modalidade de teste rápido, que traz o resultado em até 20 minutos, para uso no local de atendimento dos pacientes suspeitos. O fornecimento das duas modalidades de teste permite ao Ministério da Saúde estabelecer novas estratégias em seu esforço para conter a disseminação do vírus.
Vacina
Bio-Manguinhos/Fiocruz, em conjunto com o Ministério da Saúde (MS), definiu a vacina para o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford como a melhor alternativa para o estabelecimento da produção no Brasil, por meio da parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca.
Além desta, Bio-Manguinhos/Fiocruz possui dois projetos de vacina em estudos pré-clínicos, um de vacina subunidade e outro de RNA - o que levou o Instituto a ser selecioando como hub pela OPAS/OMS para o desenvolviemnto, produção e transferência de tecnologia de vacina nesta plataforma. Nesta página você encontra as principais notícias e informações sobre todas as iniciativas de Bio-Manguinhos em relação ao desenvolvimento tecnológico, a transferência de tecnologia (Oxford/AstraZeneca), a produção e o controle de qualidade de vacinas para a COVID-19.
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