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Febre amarela: não compartilhe boatos

É importante esclarecer que este conteúdo não provém de instituições sérias e comprometidas com a saúde pública, nem teve respaldo da Fundação Oswaldo Cruz ou do Ministério da Saúde, que tem publicado, diariamente, em seus canais de comunicação com a sociedade, informações e esclarecimentos sobre a febre amarela, vacinação e orientações gerais à população. Em resposta a este boato, foi divulgada, pelo próprio Ministério, uma nota explicativa, que reforça a qualidade da vacina febre amarela. Clique aqui para ler.

 

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Antes de compartilhar uma informação que possa causar pânico desnecessário e confundir, certifique-se que vem de uma fonte oficial, como o site do Ministério, seu perfil no Facebook e a própria página de Bio-Manguinhos.Assista a este vídeo do consultor científico sênior de Bio-Manguinhos, Reinaldo Menezes, com dicas de quem deve ou não se vacinar e descubra como identificar se uma matéria sobre febre amarela é boato ou não: 

1) Boatos têm tom alarmista e começam com palavras como "Alerta" , "Atenção", "Urgente", geralmente grafados em caixa alta (maiúsculas);

2) Falta de referência temporal clara (não é possível saber de quando são os dados da notícia);

3) As fontes e os entrevistados ficam ocultos no texto;

4) Notícias de sites sensacionalistas geralmente possuem erros de português;

5) Não há link ou citações às instituições científicas, nem indicação das pesquisas que foram usadas para embasar a reportagem.

Saúde pública é coisa séria. Acompanhe os perfis de Bio-Manguinhos, mantenha-se informado e compartilhe apenas notícias confiáveis!

 

Jornalista: Isabela Pimentel

 

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